terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

AS FÉRIAS TERMINARAM, E AGORA?!

Rosanita Moschini Vargas

Este é o momento de preparar os filhos para retomarem a rotina escolar, e isso vale para qualquer idade!
Mesmo com os ânimos para a volta às aulas, o processo de readaptação exige disciplina. Com as férias muitas rotinas são modificadas, os horários são menos rígidos e a “falta” de rotina é tolerável.
Portanto, ir preparando os filhos, independente da idade, é fundamental! O interessante é que tudo vá retomando a rotina gradativamente. Sem “neuras” e estresse.
Tá, um pouco de estresse faz parte, pois não é fácil! Isso porque nas férias a gente tende a relaxar mais, indo a rotina... para o espaço! Ainda bem, não é? Férias, são férias... Até mesmo quem consegue manter uma “certa rotina” nas férias depara-se com dificuldades, pois as aulas exigem rotina em vários sentidos... inclusive com os afazeres necessários!
Então, o ideal é sempre apostar num pequeno processo de adaptação para que os filhos, e os pais, não sofram tanto na volta às aulas. O segredo é “trabalho em equipe”!
Dicas:
*Explique que as férias estão chegando ao fim, fazendo memória a como era a rotina no ano anterior;
* Utilize apoio visual, como calendário para ir fazendo a “contagem regressiva” ajudando, principalmente os pequenos  a entender melhor o tempo;
* Evite comentários negativos, do tipo: acabou a moleza ou agora você vai ter que acordar muito cedo. Busque sempre mostrar para ao filho/filha que este retorno é positivo, que ele/ela vai rever os antigos amigos, conhecer novos, aprender novos conhecimentos e etc.;
* Vá ajustando a rotina aos poucos. Não há necessidade de acordar uma hora mais cedo uma semana antes... Quanto ao sono vale mais ir ajustando aos poucos, gradativamente, 4 ou 3 dias antes é o suficiente;
* Envolva seu filho/filha na preparação do retorno, permitindo que ajude na compra dos materiais, na organização da mochila, identificação dos livros e na conferência da lista de materiais;
* No primeiro dia de aula, procure chegar mais cedo, pois esta antecedência vai dar ao estudante a oportunidade de observar e se aproximar dos colegas e professores. Este simples detalhe pode dar mais tranquilidade e segurança.
* Por fim, aproveitem juntos os últimos dias de férias e...
Excelente volta às aulas!!!


sábado, 24 de fevereiro de 2018

AUTISMO não espere, aja logo! #dicadelitura

Dica de Leitura:
#ficaadica 

O livro de AUTISMO da M.Books mostra a importância da descoberta dos sinais, o diagnóstico e o início do tratamento 
médico, de imediato.

Como diz o Dr. José Salomão Schwartzman:
"O momento em que o médico necessita informar aos pais que seu filho tem um Transtorno do Espectro do Autismo ou mesmo uma suspeita nesse sentido é extremamente delicado para todos os envolvidos. Pais reagem de forma diversa frente a esta situação. Alguns continuam sua busca por outras opiniões esperando ouvir, de alguém, que o diagnóstico está equivocado ou que, ao contrário do que lhes disseram, o autismo tem, sim, cura"

Iniciar um tratamento é muito importante. 
E foi isto que fez o casal Paiva.

Este livro além de ser um depoimento sincero e emocional, é um guia para tomada de posição e decisão de pais de autistas.

Paiva Junior abre seu coração e divide com os leitores a história de seu querido filho Giovani. Através de toda uma narrativa, procura mostrar a outros Pais um caminho, um direcionamento para uma relação feliz.



sábado, 17 de fevereiro de 2018

É PRECISO FALAR SOBRE O TRANSTORNO OPOSITIVO-DESAFIADOR NA INFÂNCIA!

Situações como birra, mau humor, desobediência são comportamentos comuns em crianças de várias idades, mas há situações em que a desobediência ganha um patamar de severidade. A criança passa a apresentar dificuldades e autocontrolar-se, forte temperamento e dificuldade no controle das emoções, demonstrando-se além de teimosa, muito resistente a qualquer tipo de ordem. Ou seja, parece testar continuamente os limites colocados pelos pais ou cuidadores a todo o momento. Esses são sintomas que podem estar associados ao Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD).
            As características mais recorrentes estão associadas a perda frequente de paciência, discussões com adultos, recusa em obedecer regras, estado de perturbação e severa implicância com as pessoas, com tendência a responsabiliza-las pelos erros e comportamento inadequado. O estado de aborrecimento apresentado por crianças que são portadoras do TOD são extremos: como raiva, agressividade, irritabilidade, ressentimento, rancor e ideias de vinganças.
Dados estatísticos revelam que 2% a 16% das crianças em idade escolar apresentam o TDO. O transtorno ainda é duas vezes mais frequente entre meninos, e os sintomas iniciais ocorrem entre os seis e oito anos de idade. A gravidade dos sintomas podem ser de leve, moderado à severo.
Há evidências de influências hormonais, genéticas e neurofuncionais. No entanto, a dinâmica familiar pode reforçar um padrão de comportamento inadequado, ou seja, há influencia de fatores genéticos e ambientais.
Na hora de procurar ajuda, o psiquiatra, o neuropediatra ou o neuropsicólogo especializados em tratamento infanto-juvenil podem ajudar no diagnóstico clínico. Contudo, cabe destacar que é comum o TDO ser confundido com o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).
Com o diagnóstico e tratamento adequado o prognóstico é de a criança deixará de apresentar os sintomas nos anos seguintes, desde que haja acompanhamento psicoterapêutico. Crianças que não possuem este tipo de acompanhamento, tendem a demosntrar evolução dos sintomas, podendo evoluir para o Transtorno de Conduta. Quando o TOD não é tratado, estumos apontam que 75% dos casos podem evoluir para o Transtorno de Conduta.
A participação dos pais é de extrema importância no tratamento da criança com TDO.
Também é importante ser um modelo pacífico e positivo para a criança, evitando agressividade e violência. A família é um grande modelo de aprendizagem para a criança.
Sempre que possível, fortaleça a autoestima de seu filho, evitando dizer coisas como: “você não faz nada certo” ou “você é o pior da escola”. Vale também estimular a prática de esportes, que ensina conceitos básicos de respeito, ética, moral, hierarquia, companheirismo, organização, liderança, cooperação, competição, regras, limites, além do desenvolvimento de habilidades motoras e sociais. Por fim, mantenha um canal de comunicação aberto com a escola para monitorar comportamento do estudante quando ele estiver fora de casa.

DICA DE LEITURA:

“O Reizinho da Casa — Manual para Pais de Crianças Opositivas, Desafiadoras e Desobedientes”